0 - R$ 0,00

Aviso Sobre Cookies:

Esse site utiliza cookies para personalizar anúncios e melhorar a sua experiência. Ao continuar navegando, você concorda com a nossa Política de Privacidade.

BLOG

Muito mais que uma lingerie: conheça a calcinha vibratória 20/11/2020 13h25 | BY Anônimo

57

Upgrade. Traduzido do inglês para o português, esse termo diz respeito à atualização feitas em hardwares e softwares. Em situações do cotidiano, a palavra é usada para falar daquilo que recebeu melhorias. E essa palavra tem tudo a ver com o tema do post de hoje. Você vai descobrir porque em breve. 


Todo mundo conhece a calcinha, não é mesmo? Mais do que uma peça íntima para as mulheres, ela desperta a imaginação e os desejos mais quentes e inusitados quando o assunto é sexo. Mas, você sabe como essa peça de roupa surgiu? Bora fazer um passeio pela história! 


Uma das versões mais conhecidas é que a calcinha teria sido criada há mais de cinco séculos. Para ser mais preciso, segundo historiadores, a peça foi inventada por volta de 1550. E atendeu a uma necessidade prática, que nada tinha a ver com o sexo: a rainha francesa Catarina de Médici queria andar a cavalo com a perna dobrada, mas, sem expor sua intimidade. Passou a usar uma peça que ia da cintura à canela. Para ser exato, é o que chamamos hoje de calçola. 


Demorou um pouquinho para que a novidade passasse a ser usada em larga escala. Isso ocorreu por volta de 1790, na esteira da Revolução Francesa. A moda era tornar as vestimentas femininas mais simples e leves. E isso se tornou tendência em toda Europa. Os vestidos se tornaram mais sensuais e arejados, e assim, era preciso proteger a intimidade de olhares mais curiosos. A princípio, a calcinha fazia parte do guarda roupa e do dia a dia das mulheres das cortes e das que possuíam maior poder aquisitivo. 


Com a evolução da indústria têxtil e as mudanças nos costumes, esse modelo de lingerie ficou menor e mais confortável. Ali pelos anos 1920, ganhou um formato de um shorte, algo parecido com o que chamamos hoje de “calçola da vovó”. A peça ficou mais prática, porém, não tinha nada de sensual. Na década de 1960 - que ficaria marcada pela Revolução Sexual - as mulheres exigiram das fabricantes que as calcinhas valorizassem mais as formas do corpo. As calcinhas ficaram menores, mais confortáveis e, claro, ganharam um toque especial de sensualidade. 


Na década de 1970, época em que os sex shops davam os primeiros passos, foram criadas as calcinhas de cintura baixa, acompanhando as calças saint-tropez, que faziam enorme sucesso. Daí em diante, as peças se tornaram cada vez mais importantes no guarda-roupas, e, obviamente, no corpo das mulheres mundo afora. O fio dental (finíssima tira de tecido) usado nas praias brasileiras também está nesse contexto. 


Daí vieram novos modelos: a calcinha comestível e a calcinha vibratória. O segundo vai receber todo destaque agora! 


Lembra que falamos sobre upgrade no início do texto? Podemos dizer que a calcinha vibratória é uma atualização com melhorias da conhecida peça de lingerie feminina. 


Agora a gente explica com mais detalhes: a calcinha vibratória é um brinquedo erótico que une praticidade e tecnologia para proporcionar muito prazer às mulheres. Discreta, ela pode ser usada para esquentar o clima, na masturbação ou nas relações a dois. Esse sexy toy despertou grande curiosidade em 2010, quando apareceu no filme brasileiro “De Pernas pro Ar”, em que a atriz Ingrid Guimarães interpreta Alice, que trabalha muito e tenta conciliar a rotina com as obrigações de esposa e mãe. Pouco depois de perder o emprego e o marido no mesmo dia, ela se torna sócia da amiga Marcela (vivida por Maria Paula) em um sex shop à beira da falência. Esse novo tempo permite que Alice experimente diversos brinquedos eróticos e descubras formas de reconquistar o marido e reunir a família. Em um jogo de futebol do filho, Marcela usa a calcinha vibratória. A cena é hilária: ela se contorce de prazer porque está usando uma calcinha que é acionada por música. Quando os torcedores de Vasco e Flamengo começam a cantar os hinos dos clubes, Marcela vai ao delírio, literalmente… rsrs. O mais engraçado é que ela não pode dizer a ninguém que está perto o motivo de tamanha “empolgação”, vamos dizer assim. A partir dali, a venda desse acessório disparou no mercado brasileiro.  



Como aproveitar esse brinquedo erótico… 

Agora vamos explicar como a calcinha vibratória funciona. Podemos dizer que ela é “parente” do vibrador, outro brinquedo erótico que faz muito sucesso nos sex shops. 

Para se ter ideia, foram vendidos um milhão de vibradores entre os meses de março e maio deste ano. E a expectativa é que o número iria dobrar até o final do mês de agosto.

 

Esse tipo de calcinha faz estímulos no clítoris e em toda a vagina. Ela vem com um vibrador solto ou acoplado na própria peça. 

 

É uma janela escancarada para a realização das mais diversas fantasias sexuais. E o melhor: orgasmos múltiplos em qualquer lugar! 

 

As vibrações podem começar de três formas: quando a calcinha é ativada, por controle remoto ou por meio de aplicativos no smartphone. Essa variação é de acordo com os modelos. Agora apresentamos os mais procurados:

 

*Love Boat 

 

Esse modelo é o mais vendido no mercado erótico. Pode ser controlada por você ou pelo parceiro, para definir a velocidade e a intensidade. Aqui, o mais legal é a surpresa. Sentir aquela vibração num momento inesperado dá um tempero especial à qualquer relação. Ela não é uma peça única, mas, algo que pode ser acoplado à uma peça comum, como um absorvente, por exemplo. Esse modelo também pode ser controlado via aplicativo no celular. Imagine sentir prazer em qualquer lugar? Excitante, não?! É justamente esse conceito da love boat. 

 

*Music Club Vibe 

 

Modelo semelhante ao usado por Ingrid Guimarães no filme primeiro filme da trilogia “De Pernas Pro Ar”. Ele tem três modalidades: ambiente (de acordo com a música que está tocando no local), musical (vibrações de acordo com as batidas da canção que está tocando, e manual (você pode escolher entre sete funções pré-programadas que variam entre pulsação e vibração). Feita de renda e elastano, ela tem apenas um tamanho, equivalente ao M.



Algumas dicas para usar a calcinha vibratória:

 

*Aplique um pouco de lubrificante na região íntima;

 

*Ela combina com qualquer lingerie, mas, a recomendação é usar a calcinha do fabricante ou uma peça que tenha um compartimento especial. Isso dá mais conforto e tranquilidade para ir ao banheiro, por exemplo;

 

*Se for sair de casa, mantenha o bullet (vibrador) carregado para curtir sem transtornos;

 

*Dê preferência aos modelos à prova d´água: é o tipo certo para curtir sem se preocupar com o suor do corpo;

 

*E o principal: use e abuse da criatividade! A calcinha vibratória é um brinquedo erótico que permite realizar muitas fantasias e pode dar aquela “pimenta” especial aos relacionamentos que precisam sair da rotina!