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Charme, sensualidade e muita história: tudo sobre a lingerie 03/01/2021 12h04 | BY Anônimo

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O que passa pela sua cabeça quando se fala em lingerie? Para muitos, as peças íntimas são sinônimo de sensualidade. Mas, antes de adquirir esse status de produto desejado pelas mulheres e item que mexe com a imaginação dos homens, a lingerie percorreu um longo caminho. Te convidamos a mais um passeio pela história para entender um pouco mais. 


Vamos por partes… rsrs. Primeiro, a peça que foi criada há mais tempo. Uma das versões mais conhecidas é que a calcinha teria sido criada há mais de cinco séculos. Para ser mais preciso, segundo historiadores, a peça foi inventada por volta de 1550. E atendeu a uma necessidade prática, que nada tinha a ver com o sexo: a rainha francesa Catarina de Médici queria andar a cavalo com a perna dobrada, mas, sem expor sua intimidade. Passou a usar uma peça que ia da cintura à canela. Para ser exato, é o que chamamos hoje de calçola. 


Demorou um pouquinho para que a novidade passasse a ser usada em larga escala. Isso ocorreu por volta de 1790, na esteira da Revolução Francesa. A moda era tornar as vestimentas femininas mais simples e leves. E isso se tornou tendência em toda Europa. Os vestidos se tornaram mais sensuais e arejados, e assim, era preciso proteger a intimidade de olhares mais curiosos. A princípio, a calcinha fazia parte do guarda roupa e do dia a dia das mulheres das cortes e das que possuíam maior poder aquisitivo. 


Com a evolução da indústria têxtil e as mudanças nos costumes, esse modelo de lingerie ficou menor e mais confortável. Ali pelos anos 1920, ganhou um formato de um shorte, algo parecido com o que chamamos hoje de “calçola da vovó”. A peça ficou mais prática, porém, não tinha nada de sensual. Na década de 1960 - que ficaria marcada pela Revolução Sexual - as mulheres exigiram das fabricantes que as calcinhas valorizassem mais as formas do corpo. As calcinhas ficaram menores, mais confortáveis e, claro, ganharam um toque especial de sensualidade. 


Na década de 1970, época em que os sex shops davam os primeiros passos, foram criadas as calcinhas de cintura baixa, acompanhando as calças saint-tropez, que faziam enorme sucesso. Daí em diante, as peças se tornaram cada vez mais importantes no guarda-roupas, e, obviamente, no corpo das mulheres mundo afora. O fio dental (finíssima tira de tecido) usado nas praias brasileiras também está nesse contexto. 


Agora, a gente fala do sutiã. A palavra é uma derivação do francês: soutien, que significa apoio, suporte. Esta peça foi criada no século XIX. Até o final daquele século, os trajes comuns para as mulheres eram roupas de cintura marcada, saias em formato de sino e mangas bufantes. Era um tempo em que havia um pouco mais de sensualidade nos trajes femininos, tempo dos espartilhos e crinolinas. Porém, ainda não havia uma peça projetada exclusivamente para sustentar os seios de forma prática. Isso mudou em 1889, quando a francesa Hermione Cadolle teve uma ideia: cortar o espartilho e dividi-lo em duas partes. A superior ganhou alças para sustentar os seios. Nascia ali o sutiã! Mais tarde, em 1900, o sutiã e a parte inferior do espartilho, transformado em peça para proteger a região pélvica, foi apresentada na Grande Exposição Universal, realizada em Paris, capital da França. 


Há um detalhe interessante aqui: Hermione Cadolle não registrou a patente de sua criação. Isso seria feito mais tarde, do outro lado do Atlântico. Em 1913, a jovem norte-americana Mary Phelps Jacob tinha um problema: estava se arrumando para um baile e se sentia incomodada por ter que usar o espartilho debaixo do vestido. Ela pegou dois lenços de seda, duas fitas cor-de-rosa, um cordão e costurou uma peça que unia conforto e praticidade para segurar os seios. A nova peça fez sucesso entre as amigas de Mary, que pediram modelos iguais. Em fevereiro de 1914, Mary registrou a patente da criação. 


Quem se deu bem com a comercialização do sutiã foi a Warner Bros Corset Company, que ofereceu US$1.550 mil pela patente de Mary Jacob. O faturamento com a venda de sutiãs nas três décadas seguintes passou dos US$15 milhões! 


A partir da metade da década de 1930, a indústria passou a observar com mais critério os diferentes tipos e tamanhos de seios, oferecendo mais variedade nos modelos. Com a Segunda Guerra Mundial (1939-1945), a seda, material mais usado na fabricação, entrou em escassez. Surgiram então as fibras sintéticas, que ofereciam mais resistência e elasticidade aos sutiãs. 


A peça se tornou ícone da moda. Atriz de muito sucesso nos anos 1950, Brigitte Bardot apareceu com um modelo meia taça enfeitado com rendas. Sucesso garantido de vendas!


Dez anos depois, outra cena icônica foi registrada, mas, dessa vez, não foi tão positiva para essa peça de lingerie. Milhares de mulheres saíram às ruas para queimar sutiãs em praças públicas. Era uma das formas de protesto mais marcantes da chamada Revolução Sexual, importante movimento de emancipação feminina que varreu o mundo. 


A indústria e as mudanças sociais acrescentaram mudanças ao sutiã, que ganhou mais conforto, praticidade e, claro, um toque de sedução. Hoje as peças estão cada vez mais bonitas e confortáveis.



Calcinhas que você precisa ter no guarda-roupas!

O Mercado Erótico também acompanhou a evolução da lingerie! Existem peças específicas para a hora H, com função que vai além de manter a região sexual protegida. Agora apresentamos três calcinhas que você precisa ter no seu guarda-roupas! 

 

*Calcinha Tailandesa 

 

Peça íntima de acabamento com renda e fio de pérolas. Além de elegância e sensualidade na hora H, a lingerie tem um diferencial bem bacana: o fio de pérolas massageia o clítoris e estimula o pênis. Veste super bem e com certeza vai deixar seu parceiro muito mais animado! 



*Calcinha comestível

 

Na verdade, ela é a derivação de outro produto. Em 1970, os irmãos e empresários norte-americanos David Sanderson e Lee Brady criaram uma película comestível para embrulhar e conservar perus congelados. Essa película era feita de hidroxipropilmetilcelulose (HPMC), um polímero (conjunto de várias células) muito conhecido pela grande capacidade de absorver água. Logo foi percebido que a tal película para conservar aves poderia ser usada em algo mais divertido… nascia ali a calcinha comestível!

 

E esse item faz sucesso nos sex shops. E também entre as celebridades. Segundo os sites especializados, a socialite e personalidade da mídia Kim Kardashian não dispensa a calcinha comestível nos momentos de intimidade. 

 

Facilidade de uso, ótimo custo benefício, variadas opções de sabores (para agradar os paladares mais exigentes…) e aquela “pimenta” na hora H. Esses são alguns dos fatores que fazem a calcinha comestível ser cada vez mais procurada pelos casais. Esse item funciona principalmente para deixar o sexo oral ainda mais prazeroso. 

 

É uma explosão de sensações: a calcinha derrete na boca, deixando a relação mais intensa e quente. Para as mulheres, é um convite ao orgasmo, ápice do sexo. É também uma excelente maneira de iniciar o sexo, algo que pode fazer parte das conhecidas preliminares. Preocupado (a) com a dieta? Não precisa: a calcinha comestível tem só 160 calorias. 

 

O uso da calcinha comestível é muito simples: ela deve ser colocada no corpo como uma calcinha ou biquíni comum. Como a peça desmancha com a umidade, a dica é colocá-la minutos antes da relação. O homem pode começar lambendo a calcinha. À medida que entra em contato com a saliva do homem, o suor e a lubrificação vaginal da mulher, a peça se desfaz. Mas, isso não é problema… quando isso acontecer, o prazer será ainda maior! 



*Calcinha Vibratória

 

A calcinha vibratória é um brinquedo erótico que une praticidade e tecnologia para proporcionar muito prazer às mulheres. Discreta, ela pode ser usada para esquentar o clima, na masturbação ou nas relações a dois.

 

Esse tipo de calcinha faz estímulos no clítoris e em toda a vagina. Ela vem com um vibrador solto ou acoplado na própria peça. 

 

É uma janela escancarada para a realização das mais diversas fantasias sexuais. E o melhor: orgasmos múltiplos em qualquer lugar! As vibrações podem começar de três formas: quando a calcinha é ativada, por controle remoto ou por meio de aplicativos no smartphone. 

 

Essa variação é de acordo com os modelos. Existem dois mais procurados. O primeiro é o Love Boat, o mais vendido no mercado erótico. Pode ser controlada por você ou pelo parceiro, para definir a velocidade e a intensidade. Aqui, o mais legal é a surpresa. Sentir aquela vibração num momento inesperado dá um tempero especial à qualquer relação. Ela não é uma peça única, mas, algo que pode ser acoplado à uma peça comum, como um absorvente, por exemplo. Esse modelo também pode ser controlado via aplicativo no celular. Imagine sentir prazer em qualquer lugar? Excitante, não?! É justamente esse conceito da love boat. 

 

O segundo é o Music Club Vibe. Modelo semelhante ao usado por Ingrid Guimarães no primeiro filme da trilogia “De Pernas pro Ar” Ele tem três modalidades: ambiente (de acordo com a música que está tocando no local), musical (vibrações de acordo com as batidas da canção que está tocando, e manual (você pode escolher entre sete funções pré-programadas que variam entre pulsação e vibração). Feita de renda e elastano, ela tem apenas um tamanho, equivalente ao M. 

 

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Além desses modelos de calcinha, no nosso site você encontra outras ótimas opções de lingerie que vão deixar as relações muito mais quentes e intensas. Satisfação garantida!