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A calcinha comestível e o tapa sexo gourmet são acessórios eróticos comestíveis e também excitantes.

Todo mundo sabe que o sexo e a comida são duas coisas muito gostosas e nada mais interessante que juntar as duas coisas em uma só.

A Calcinha comestível desperta além da sensualidade o prazer da degustação, possui deliciosos aromas e alguns tem ação excitante.

Se você quer transformar seu parceiro em um guloso na cama a calcinha comestível é a pedida certa.

 Dica do uso as Calcinha comestível:

Utilize esse maravilhoso acessório erótico para incrementar as preliminares.

Esse é um dos artigos sensuais mais vendidos nas lojas sex shop, inclusive são compradas também até mesmo para lembrancinha de chás de panela.

Elas são também ótimas para o incentivo do sexo oral devido seu sabor convidativo e também por ser um brinquedo sexual que desperta a imaginação e aumenta o interesse  na exploração do corpo.

O homem pode começar a lamber a calcinha. O acessório então derrete com o contato da saliva e o contato da língua com a vagina se realiza intensamente. Encontre tudo em nossa revenda sex shop em gel para sexo oral.

 

 

Do Carnaval para o quarto: tudo sobre o tapa-sexo 

 

“Lá vou eu, lá vou eu… hoje a festa é na avenida, no carnaval da Globo, feliz eu tô de bem com a vida vem amor. Vem, deixa o meu samba te levar, vem nessa pra gente brincar, pra embalar a multidão… sai pra lá solidão, vem, vem, vem… vem pra ser feliz. Eu tô no ar, tô Globeleza, eu tô que tô legal… na tela da TV no meio desse povo, a gente vai se ver na Globo, na tela da TV no meio desse povo, a gente vai se ver na Globo.” Se você tem mais de 20 anos, com certeza já ouviu essa música

 

Escrita por Jorge Aragão, um dos maiores sambistas do Brasil, é até hoje a vinheta da Rede Globo na época do Carnaval. No ritmo da canção, uma bela mulata requebrava na telinha. Enquanto a passista dançava, era possível notar o corpo pintado e uma minúscula peça: o tapa-sexo.  Procurado por muitos casais nos sex-shops, esse item é o que gera mais polêmica na festa de rua mais conhecida do planeta. 

 

Como é comum por aqui, vamos fazer um rápido passeio pela história e entender o contexto. Podemos dizer que o tapa-sexo faz parte da evolução do Carnaval e também das mudanças sociais. Até os anos 1960, as passistas das escolas de samba desfilavam com vestidos que terminavam no joelho e mostravam pouco: um destaque no colo. 

 

Na década de 1970, quando já havia explodido a Revolução Sexual, importante movimento de libertação da sexualidade feminina, a ousadia entrou de vez na avenida: as passistas passaram a usar biquínis. Nos anos 1980, com a queda da ditadura militar e a liberação maior dos costumes, a nudez passou a ser vista como um grito de liberdade e o desfiles, além da apresentação dos sambas-enredo, passou a ser o lugar para a exibição do corpo. 

 

Passistas e destaques das escolas de samba passaram a desfilar mais à vontade. Monique Evans, modelo que começava a ficar famosa naqueles tempos, chamou atenção por sambar com os seios de fora como rainha de bateria da Mocidade Independente de Padre Miguel. Em 1988, foi registrada uma polêmica que motivaria a criação do tapa-sexo, anos mais tarde. 

 

A modelo Enoli Lara, destaque da União da Ilha do Governador, desfilou apenas com uma leve capa branca sobre o corpo, sem calcinha ou tapa-sexo. O tema do enredo da agremiação tinha tudo a ver com a fantasia: Festa Profana. Foi a primeira vez que uma mulher desfilou completamente nua na avenida. Símbolo sexual naqueles tempos, Enoli Lara causou muita polêmica, como era de se esperar. Tanto, que a Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (Liesa) proibiu a apresentação de “genitália desnuda”. 

 

Nos anos 1990, surgiu o tapa-sexo: uma peça minúscula para proteger e esconder a região íntima de passistas, destaques e rainhas de bateria. Um dos primeiros casos bem sucedidos do uso desse item foi registrado no desfile de 1992, quando a modelo Melissa Benson sambou debaixo de uma cascata, pela Imperatriz Leopoldinense, sambou debaixo de uma cascata quase nua… a única peça que ela usava era justamente o tapa-sexo. 

 

De lá pra cá, o uso do acessório se popularizou. Existem três modelos mais comuns: o adesivo, usado quando a mulher está com o corpo pintado, a calcinha feita de um tecido transparente chamado illusion e o gancho, geralmente feito de metal, encaixado no corpo da mulher e preso sob pressão. 

 

Além de fazer sucesso na avenida, o tapa-sexo também é cada vez mais procurados pelos casais nos sex shops. A versão comestível é fenômeno de vendas! O uso é muito simples e parecido com o da calcinha comestível: deve ser colocado no corpo como uma calcinha ou biquíni comum. Como a peça desmancha com a umidade, a dica é colocá-la minutos antes da relação. O homem pode começar lambendo a peça. À medida que entra em contato com a saliva do homem, o suor e a lubrificação vaginal da mulher, a peça se desfaz. Mas, isso não é problema… quando isso acontecer, o prazer será ainda maior! 

 

Mais um acessório que, com toda certeza, vai apimentar o clima em tempos de quarentena. Peça a sua e abuse da diversão! 

 

Carnaval em qualquer época: detalhes sobre o tapa-sexo 

 

A pandemia do novo coronavírus mexeu com a nossa vida de forma radical. Para evitar que o vírus continue se espalhando e causando tantas mortes, o isolamento social é uma das medidas mais importantes. E isso faz diferença no calendário brasileiro: este ano não tem Carnaval. A maior festa popular do planeta, marcada pela aglomeração, vai ficar para os próximos meses, numa previsão otimista, ou para 2022. 

 

Mas, isso não quer dizer que você e seu (a) parceiro (a) não possam curtir a folia entre quatro paredes. Criatividade e um acessório bem simples pode esquentar o clima. Estamos falando do tapa-sexo. Mais um acessório que, com toda certeza, vai deixar o sexo mais gostoso em tempos de quarentena. 

 

Podemos dizer que o tapa-sexo é um “irmão” mais sensual e rebelde da calcinha, peça íntima que, segundo uma das versões mais conhecidas, teria sido criada pela rainha francesa Catarina de Médici para resolver uma necessidade prática que nada tinha a ver com sexo: a monarca queria andar a cavalo com a perna dobrada, mas, sem expor sua intimidade. Passou a usar uma peça que ia da cintura à canela. Para ser mais exato, é o que chamamos hoje em dia de calçola. 

 

Com a evolução da indústria têxtil e as mudanças nos costumes, esse modelo de lingerie ficou menor e mais confortável. Ali pelos anos 1920, ganhou um formato de um shorte, algo parecido com o que chamamos hoje de “calçola da vovó”. A peça ficou mais prática, porém, não tinha nada de sensual. Na década de 1960 - que ficaria marcada pela Revolução Sexual - as mulheres exigiram das fabricantes que as calcinhas valorizassem mais as formas do corpo. As calcinhas ficaram menores, mais confortáveis e, claro, ganharam um toque especial de sensualidade. 

 

O tapa-sexo também é fruto de mudanças, tanto na moda quanto na sociedade. Até os anos 1960, as passistas das escolas de samba desfilavam com vestidos que terminavam no joelho e mostravam pouco: um destaque no colo. 

 

Na década de 1970, quando já havia explodido a  Revolução Sexual, como falamos agora mesmo, a ousadia entrou de vez na avenida: as passistas passaram a usar biquínis. Nos anos 1980, com a queda da ditadura militar e a liberação maior dos costumes, a nudez passou a ser vista como um grito de liberdade e o desfiles, além da apresentação dos sambas-enredo, passou a ser o lugar para a exibição do corpo. 

 

Passistas e destaques das escolas de samba passaram a desfilar mais à vontade. Monique Evans, modelo que começava a ficar famosa naqueles tempos, chamou atenção por sambar com os seios de fora como rainha de bateria da Mocidade Independente de Padre Miguel. Em 1988, foi registrada uma polêmica que motivaria a criação do tapa-sexo, anos mais tarde. 

 

A modelo Enoli Lara, morena belíssima e destaque da União da Ilha do Governador, desfilou apenas com uma leve capa branca sobre o corpo, sem calcinha ou tapa-sexo. O tema do enredo da agremiação tinha tudo a ver com a fantasia: Festa Profana. Foi a primeira vez que uma mulher desfilou completamente nua na avenida. Símbolo sexual naqueles tempos, Enoli Lara causou muita polêmica, como era de se esperar. Tanto, que a Liga Independente das Escolas de Samba do Rio de Janeiro (Liesa) proibiu a apresentação de “genitália desnuda”. 

 

Nos anos 1990, surgiu o tapa-sexo: uma peça minúscula para proteger e esconder a região íntima de passistas, destaques e rainhas de bateria. Um dos primeiros casos bem sucedidos do uso desse item foi registrado no desfile de 1992, quando a modelo Melissa Benson sambou debaixo de uma cascata, pela Imperatriz Leopoldinense, sambou debaixo de uma cascata quase nua… a única peça que ela usava era justamente o tapa-sexo. 

 

Existem três modelos mais comuns: o adesivo, usado quando a mulher está com o corpo pintado, a calcinha feita de um tecido transparente chamado illusion e o gancho, geralmente feito de metal, encaixado no corpo da mulher e preso sob pressão. 

 

Dos anos 1990 para os dias de hoje, o tapa-sexo continuou nas avenidas país afora e também chegou na intimidade dos casais brasileiros: é sucesso nos sex shops!

 

A versão comestível, então, é um fenômeno de vendas! O uso é muito simples e parecido com o da calcinha comestível: deve ser colocado no corpo como uma calcinha ou biquíni comum. Como a peça desmancha com a umidade, a dica é colocá-la minutos antes da relação. O homem pode começar lambendo a peça. À medida que entra em contato com a saliva do homem, o suor e a lubrificação vaginal da mulher, a peça se desfaz. Mas, isso não é problema… quando isso acontecer, o prazer será ainda maior! 

 

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