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Cinco motivos para perder a vergonha e usar produtos erótico 26/06/2020 16h52 | BY Anônimo

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Produtos eróticos. O que essas palavras te causam? Curiosidade? Repulsa? Medo? Vergonha? Não é de hoje que esses itens motivam discussões. Há quem diga que quem compra faz isso por vaidade, outros argumentam que seu uso é coisa de “quem não se garante”. Na realidade, não é uma coisa nem outra. Sexo é algo diretamente relacionado à intimidade e à saúde dos casais. Vale lembrar alguns dos benefícios de uma boa transa: fortalecimento do sistema imunológico, queima de calorias, além de ser um santo remédio para o estresse (a liberação de hormônios, como a endorfina e a ocitocina, ligados às sensações de prazer e bem-estar). 


Logo, tudo o que pode ser feito para melhorar esse momento pode ser avaliado. Desde que haja respeito, consentimento e carinho, não há porque ter medo de experimentar algo diferente. 


Se você pensa que isso é algo moderno está enganado. Não é de hoje que o ser humano busca maneiras de aumentar sua sensação de prazer durante o sexo. Segundo estudiosos, os gregos, considerados pais da civilização moderna, e egípcios, povo africano que muito contribuiu com o desenvolvimento da humanidade, usavam bananas verdes como brinquedos sexuais. Curioso, não?! 


Tem mais: O primeiro dildo (objeto de formato semelhante ao pênis) que se tem notícia foi encontrado por pesquisadores em 2010 na Alemanha, era de madeira e foi usado há pelo menos 10 mil anos. Outro sexy toy muito procurado hoje, o anel peniano foi criado em 1.200 A.C e foi usado por nobres da China. Esse acessório, um dos sucessos de vendas nos sex shops, era feito de pálpebras de cabras e depois, de pedras de jade, material duro e compacto, de cor verde escura. 


Ao longo dos séculos, muita coisa mudou. Alterações radicais na sociedade - incluindo aí o papel fundamental da mulher e a quebra de tabus -, evolução da ciência e o avanço da tecnologia foram alguns dos fatores fundamentais para que os produtos eróticos se tornassem itens de consumo cada vez mais procurados. 


Dentro do contexto citado agora mesmo, podemos citar dois fatos: estudos feitos pelo biólogo norte-americano Alfred Kinsey na década de 1930 e a chamada Revolução Sexual dos anos 1960. 


O trabalho de Kinsey é considerado um marco na ciência. Com ajuda de três colaboradores e apoio financeiro da Fundação Rockfeller (instituição criada em 1913 que tem o objetivo de promover a saúde pública, ensino, pesquisa e filantropia), o biólogo entrevistou mais de 18 mil pessoas em todos os estados norte-americanos, entre 1938 e 1963. 


Algumas das descobertas feitas com a pesquisa: nas preliminares, 87% dos entrevistados trocavam beijos de língua, a estimulação manual dos seios era praticada por 98% deles e 49% das mulheres faziam sexo oral em seus parceiros. Tem mais: a masturbação era praticada por 92% dos homens e 62% das mulheres. O estudo também apresentou dados sobre a hora H: 47% das mulheres contaram chegar ao orgasmo “quase sempre” e entre 67% e 98% tiveram relações sexuais antes do casamento.


O resultado do trabalho foi publicado em duas etapas. Primeiro, em 1948, no livro “Sexual Behavior Of Human Male”, ou, “Comportamento Sexual do Homem”. A obra fez muito sucesso: 200 mil exemplares vendidos logo nos dois primeiros meses! Consequentemente, Alfred Kinsey se tornou extremamente popular. A segunda, em 1953, Sexual Behavior of Human Female (Comportamento Sexual da Mulher), não teve o mesmo impacto de vendas, porém, jogou luz sobre algo extremamente reprimido: o desejo feminino. A publicação repercutiu no mundo inteiro e influenciou diretamente a Revolução Sexual dos anos 1960. 


A sexualidade, principalmente feminina, passou a ser retratada e celebrada em produtos culturais, como filmes e músicas. O movimento tem imagens que se tornaram icônicas, como os protestos com a queima de sutiãs em locais públicos. Também nesse período foi criada a pílula anticoncepcional, que representou uma verdadeira libertação para milhões de mulheres mundo afora. O que isso tem a ver com produtos eróticos? Tudo! 


Logo na década seguinte, 1970, começa a história dos sex shops, lugar onde homens e mulheres encontram diversas opções para apimentar as relações. E as mulheres tiveram papel importante, mais uma vez. Os primeiros sex shops eram para atendimento exclusivo delas. A primeira loja do tipo, chamada “Eve´s Garden” (Jardim de Eva) foi inaugurada em 1974, na cidade de Nova York. Três anos depois, chegava a “Good Vibrations” (Boas Vibrações), na cidade de São Francisco. De lá pra cá, esses espaços passaram a ser frequentados por homens também. E os sexy toys (outro nome para os produtos eróticos) vem ganhando cada vez mais espaço. 


Mesmo quando não são lançados com o objetivo específico de proporcionar prazer, eles fazem sucesso e marcam época. 

O Magic Wand (varinha mágica), massageador elétrico da marca japonesa Hitachi , foi lançado no mercado norte-americano em 1968. O manual de instruções apontava que o aparelho deveria ser usado para diminuir dores musculares nas costas, no pescoço e nos pés. Porém, rapidamente, terapeutas e sexólogos recomendaram que o Magic Wand fosse usado para estimular o clítoris. 

 

As décadas passaram e o produto se popularizou. Claro, para fins sexuais. Tanto que a marca divulgou um comunicado oficial, em 1999, destacando que o uso do aparelho era recomendado somente para tratar problemas musculares. Não adiantou muito: o Magic Wand apareceu em um episódio da premiada série Sex and City, em 2002, e as vendas simplesmente explodiram! O produto virou “coqueluche” nos sex shops e se tornou top 10 na Amazon. 

 

Anos depois, em 2013, a Hitachi chegou a cogitar que encerraria a fabricação, temendo ficar marcada por ter no mercado um produto erótico. Mais uma vez, a pressão dos consumidores, melhor dizendo, das consumidoras, e do distribuidor norte-americano falaram mais alto e o produto foi relançado com o nome “Magic Wand Original”. Mais uma história pra lá de curiosa, não é mesmo?! 


Depois dessa rápida viagem pela história das relações humanas e da busca por mais prazer, é hora de apresentar cinco motivos para perder a vergonha e usar produtos eróticos!

1- Tchau, rotina…

 

A correria diária, com tantas obrigações (trabalho, família, relações sociais) consome boa parte da nossa energia. E a tendência de tudo cair na rotina é grande. Os produtos eróticos são ótimas opções para sair da mesmice na hora H;

 

2- Mais autoconhecimento 

 

Calma. Não é palestra motivacional. O uso de produtos eróticos permite que você conheça mais o próprio corpo e isso é ótimo pensando em novos limites para o prazer. Nosso corpo é cheio de zonas erógenas, pontos que, quando estimulados de determinada maneira, são portas abertas para a excitação sexual. E não são só os genitais que podem nos deixar mais excitados. Pescoço, orelhas, nuca e até os cotovelos são alguns desses pontos especiais no nosso corpo;

 

3-Mais intimidade

 

Investir para aumentar o vínculo entre o casal é sempre importante. E experimentar novidades contribui diretamente para isso. Os produtos eróticos podem ajudar na hora de conhecer os desejos do (a) parceiro (a). Quer um exemplo? Os jogos simbolizam uma forma divertida e sensual de esquentar o clima entre quatro paredes. 

 

Esses e outros produtos eróticos podem ajudar na (re) descoberta de compartilhar prazer. Quando o assunto é sexo, nada pode ser feito só para agradar o outro ou a si mesmo. Novos itens na hora H podem dar aquele empurrãozinho: vocês vão aumentar a conexão e se sentir mais próximos. Quando isso é feito com alguém que você ama, é melhor ainda!



4-Mais saúde

 

Os produtos eróticos estão cada vez mais bem elaborados, feitos com materiais atóxicos, que não causam irritação ou alergia. Alguns deles tem propriedades regeneradoras e hidratantes, e isso faz muito bem para a sua saúde sexual! 

 

5- Um toque de fantasia

 

Já ouviu falar em 50 tons de Cinza? A história, retratada em filme e livro, fez sucesso no mundo inteiro: a paixão avassaladora do bilionário Christian Grey e da estudante Anastasia Steele. Mesmo inexperiente quando o assunto é sexo, ela se entrega aos loucos desejos de Grey e descobre novos prazeres. A vida precisa de um pouquinho de fantasia. E no sexo não é diferente. São muitas opções para tornar as relações mais criativas e prazerosas. 

 

Primeiro, vamos falar de algo que pode ser usado por eles e elas: os produtos eróticos beijáveis e comestíveis: calcinhas, gel, gloss e mousses, entre outros. O uso é bem simples. Os géis comestíveis, por exemplo, podem ser aplicados na região íntima, aumentam a sensibilidade nas zonas erógenas (pontos do corpo que nos deixam excitados quando estimulados) e alguns deles mexem muito com as sensações: o efeito esquenta/esfria, para citar um só, é gostoso demais!

 

As fantasias também servem para ambos os sexos. Que tal viver um personagem? Capriche no cenário e nos trajes! 

 

E não precisa de muita coisa. Para elas, uma ótima opção é a calcinha tailandesa: peça confeccionada em renda, que além de muito bonita, conta com um cordão em pérolas que massageia o clítoris e o pênis. Para eles, há o anel peniano - que retarda a ejaculação e faz a ereção durar mais tempo - e a capa peniana, que diminui o contato direto no momento da penetração, mas, serve como um reforço para o homem na hora h: deixa o pênis ligeiramente maior e mais largo e aumenta o período de ereção. 

 

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Ainda tem vergonha de usar produtos eróticos? Esqueça isso! Liberte suas fantasias e deixe a criatividade falar mais alto. A Essencial Prazer tem diversos itens pra você deixar as horas com o seu amor muito mais quentes. Divirtam-se!