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Prazer do início ao fim: porque usar a calcinha comestível 18/12/2020 12h00 | BY Anônimo

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Durante toda a vida, o ser humano busca intensificar sua sensação de prazer e bem estar. É assim nas coisas simples: o café quentinho logo de manhã, aquele prato preparado em etapas e de forma cuidadosa até ser degustado na hora do almoço, a atividade física que você faz com satisfação e sente o coração bater cheio de adrenalina… São muitos exemplos. No sexo, também é assim. Tudo o que a gente quer é se entregar ao momento e curtir ao máximo. Se engana quem pensa que isso é feito sem motivo. A ciência explica. 


Na década de 1950, o psicólogo Abraham Harold Maslow criou um modelo para explicar o que é necessário para que o ser humano possa se satisfazer, tanto no aspecto pessoal quanto no profissional. O modelo construído pelo psicólogo ficou conhecido como “Pirâmide de Maslow”. O sexo pode ser colocado em duas categorias da pirâmide: a fisiológica, que envolvem a nossa necessidade de alimentos, água e descanso, por exemplo, e a social, onde está a procura por satisfazer a busca por amor, amizade e o sentimento de pertencimento a um grupo. 


Nós precisamos nos sentir bem e o sexo faz parte disso. E hoje o mercado oferece uma ampla lista de produtos, como acessórios, cosméticos e brinquedos, para deixar a hora H mais quente, intensa e prazerosa. E hoje vamos falar de um acessório que garante mais prazer do início ao fim: a calcinha comestível


Podemos dizer que ela é uma evolução da peça de lingerie presente no dia a dia das mulheres mundo afora. 


Uma das versões mais conhecidas é que a calcinha teria sido criada há mais de cinco séculos. Para ser mais preciso, segundo historiadores, a peça foi inventada por volta de 1550. E atendeu a uma necessidade prática, que nada tinha a ver com o sexo: a rainha francesa Catarina de Médici queria andar a cavalo com a perna dobrada, mas, sem expor sua intimidade. Passou a usar uma peça que ia da cintura à canela. Para ser exato, é o que chamamos hoje de calçola. 


Demorou um pouquinho para que a novidade passasse a ser usada em larga escala. Isso ocorreu por volta de 1790, na esteira da Revolução Francesa. A moda era tornar as vestimentas femininas mais simples e leves. E isso se tornou tendência em toda Europa. Os vestidos se tornaram mais sensuais e arejados, e assim, era preciso proteger a intimidade de olhares mais curiosos. A princípio, a calcinha fazia parte do guarda roupa e do dia a dia das mulheres das cortes e das que possuíam maior poder aquisitivo. 


Com a evolução da indústria têxtil e as mudanças nos costumes, esse modelo de lingerie ficou menor e mais confortável. Ali pelos anos 1920, ganhou um formato de um shorte, algo parecido com o que chamamos hoje de “calçola da vovó”. A peça ficou mais prática, porém, não tinha nada de sensual. Na década de 1960 - que ficaria marcada pela Revolução Sexual - as mulheres exigiram das fabricantes que as calcinhas valorizassem mais as formas do corpo. As calcinhas ficaram menores, mais confortáveis e, claro, ganharam um toque especial de sensualidade. 


Na década de 1970, época em que os sex shops davam os primeiros passos, foram criadas as calcinhas de cintura baixa, acompanhando as calças saint-tropez, que faziam enorme sucesso. Daí em diante, as peças se tornaram cada vez mais importantes no guarda-roupas, e, obviamente, no corpo das mulheres mundo afora. O fio dental (finíssima tira de tecido) usado nas praias brasileiras também está nesse contexto. 


Legal. Mas, como a calcinha comestível foi criada? Na verdade, ela é a derivação de outro produto. Em 1970, os irmãos e empresários norte-americanos David Sanderson e Lee Brady criaram uma película comestível para embrulhar e conservar perus congelados. Essa película era feita de hidroxipropilmetilcelulose (HPMC), um polímero (conjunto de várias células) muito conhecido pela grande capacidade de absorver água. Logo foi percebido que a tal película para conservar aves poderia ser usado em algo mais divertido… nascia ali a calcinha comestível. 


E esse item faz sucesso nos sex shops. E também entre as celebridades. Segundo os sites especializados, a socialite e personalidade da mídia Kim Kardashian não dispensa a calcinha comestível nos momentos de intimidade. 



Detalhes, curiosidades e como desfrutar desse item erótico… 

O uso da calcinha comestível é muito simples: ela deve ser colocada no corpo como uma calcinha ou biquíni comum. Como a peça desmancha com a umidade, a dica é colocá-la minutos antes da relação. O homem pode começar lambendo a calcinha. À medida que entra em contato com a saliva do homem, o suor e a lubrificação vaginal da mulher, a peça se desfaz. Mas, isso não é problema… quando isso acontecer, o prazer será ainda maior! 

 

Comê-la não traz nenhum tipo de dano à saúde. A ressalva fica para quem tem alergia ao seu principal ingrediente, hidroxipropilmetilcelulose. Especialistas e sexólogos apontam que o uso e consumo de produtos como esse são importantes para a autoestima, tanto do homem quanto da mulher, e para a própria relação, que ganha em cumplicidade. 

 

Facilidade de uso, ótimo custo benefício, variadas opções de sabores (para agradar os paladares mais exigentes…) e aquela “pimenta” na hora H. Esses são alguns dos fatores que fazem a calcinha comestível ser cada vez mais procurada pelos casais. Esse item funciona principalmente para deixar o sexo oral ainda mais prazeroso. É uma explosão de sensações: a calcinha derrete na boca, deixando a relação mais intensa e quente. Para as mulheres, é um convite ao orgasmo, ápice do sexo. É também uma excelente maneira de iniciar o sexo, algo que pode fazer parte das conhecidas preliminares. Preocupado (a) com a dieta? Não precisa: a calcinha comestível tem só 160 calorias. 

 

A calcinha comestível é um item excelente. Ideal para quem quer começar a explorar o fantástico mundo dos produtos eróticos. E a Essencial Prazer tem ótimas opções pra você intensificar os prazeres do sexo. Assim que terminar a leitura desse post, você acessa o site agora mesmo para descobrir! 

 

Dicas para entrar no clima…

Já que estamos falando de imaginação e brinquedos eróticos, vamos apresentar algumas dicas para esquentar o clima na hora H. 

 

*Curta o momento intensamente 

 

Esqueça os ponteiros do relógio, os boletos, o trabalho que ficou acumulado. Nada pode ocupar a sua mente na hora de aproveitar os momentos íntimos. É fundamental estar ali de corpo e alma. Se joga! Aperte o seu corpo contra o (a) do (a) parceiro (a), beije ardentemente, abrace com muita paixão, mostre que você quer aproveitar cada segundo.



*Invista nas preliminares 

 

Para entrar em campo, tem que ter aquecimento! Se você gosta de futebol ou já viu uma partida pelo menos uma vez, sabe o quanto isso é importante. 

 

Portanto, esse recado é ainda mais importante para os homens. As mulheres admiram a criatividade, a fantasia, gostam quando o parceiro investe tempo em demonstrar que ela é importante e amada. O sexo para elas começa muito antes de tirar a roupa. É aquele café da manhã especial, um chocolate deixado debaixo do travesseiro, uma mensagem carinhosa no meio da tarde mesmo em uma data comum… tudo isso ajuda a criar o clima perfeito. 

 

Na hora h, também vale caprichar em algo que elas adoram: as preliminares. Nada de pressa! Valorize cada momento do sexo. Deixe o ambiente à meia luz, para criar um clima favorável. Música relaxante também vale. Use seu perfume que ela gosta, sem exageros, claro. Sua parceira valoriza o seu cheiro. Cuide das suas palavras: as mulheres tem ouvidos sensíveis e se excitam com o que ouvem. Esse é um dos principais estímulos para elas na hora da transa.



*Conheça o seu corpo e o que você gosta 

 

Se conhecer é fundamental. E não é palestra ou papo de coach. Tudo passa pela mente - seus desejos, fetiches, medos, frustrações - e pelo corpo (seus limites, de que forma sente mais prazer, como pode proporcionar satisfação a quem está com você). Simplesmente “seguir o fluxo”, deixando que alguém decida o que é melhor pode trazer concorrências ruins, no presente e no futuro. Você deve saber o que quer e como quer. Ter uma vida sexual ativa é importante para saber o que agrada e o que não é tão legal assim na hora H. Outro ponto: se conhecer ajuda muito a se livrar de preconceitos e regras sociais muitas vezes criadas para gerar constrangimento e anular personalidades. Lembre-se: seja você!